Por trás da notícia
Entre 1º de janeiro e 17 de fevereiro de 2026, foram publicados mais de 600 vídeos, todos provenientes da AFPTV.
7 videojornalistas e freelancers foram mobilizados em Caracas, Maracaibo e Cúcuta, na fronteira entre a Colômbia e a Venezuela.
Em 3 de janeiro, a AFPTV foi uma das primeiras agências a transmitir ao vivo de Caracas, diretamente do local, após a intervenção.
Em 8 de janeiro, a AFPTV foi a primeira agência a transmitir ao vivo em frente a uma prisão venezuelana antes da libertação de detentos.
Em 9 de janeiro, a AFPTV foi a única agência a filmar o comboio que deixava a embaixada dos Estados Unidos em Caracas durante as discussões diplomáticas.
Caracas, Venezuela. © Luis Jaimes / AFP
A história em imagens
As imagens da AFP que marcaram a atualidade mundial
Em 3 de janeiro de 2026, fortes explosões, acompanhadas de ruídos semelhantes aos de aviões sobrevoando a área, foram ouvidas em Caracas por volta das 2h da manhã (06h00 GMT), relatou um jornalista da AFP, no momento em que forças americanas lançavam ataques contra instalações militares e infraestruturas ligadas ao governo de Nicolás Maduro. O presidente Donald Trump anunciou mais tarde que Maduro havia sido capturado durante a operação, o desfecho espetacular de um embate de vários meses entre ele e seu homólogo venezuelano.
Caracas, Venezuela. © Federico Parra / AFP
Poucas horas após os ataques, a AFP constatou que a Polícia Militar venezuelana guardava a entrada do Forte Tiuna — o maior complexo militar da Venezuela, situado ao sul de Caracas —, que figurava entre os alvos dos ataques noturnos americanos.
Caracas, Venezuela. © Federico Parra / AFP
Algumas semanas depois, o governo venezuelano anunciou o início das obras de reforma da infame prisão El Helicoide — considerada um local de tortura — para transformá-la em um centro comunitário, após a vice-presidente executiva Delcy Rodríguez ordenar o seu fechamento.
Caracas, Venezuela. © Federico Parra / AFP
Das emissoras de TV ao YouTube: o alcance das imagens da AFP
As imagens da AFP foram amplamente reproduzidas pelos principais veículos de comunicação internacionais no YouTube, alcançando uma audiência acumulada de mais de 730 milhões de visualizações.
Caracas, Venezuela. © Ronaldo Schemidt / AFP
Além disso, as playlists da AFP no YouTube dedicadas à crise entre os Estados Unidos e a Venezuela acumularam cerca de 750 mil visualizações.