As exportações de saquê continuaram a expandir-se em 2025, tanto em valor como em volume, com destinos de exportação atingindo um recorde de 81 países e regiões. O valor das exportações aumentou 6% em relação ao ano anterior, para 45,9 bilhões de ienes, enquanto o volume das exportações aumentou 8%, para 33,55 milhões de litros (3,73 milhões de caixas com base em 9 litros), marcando o segundo maior desempenho de exportação já registrado. O preço médio de exportação por garrafa de 750 ml diminuiu 2% em relação ao ano anterior, para 1.026 ienes.
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Sake Export Performance by Country (Top 10, 2025)
O valor das exportações quase dobrou desde 2020, e a CAGR nos últimos cinco anos atingiu 14%. Isso reforça a posição do saquê como uma categoria de alto crescimento globalmente.
A Ásia continuou sendo o maior destino de exportação, com um valor total de 28,8 bilhões de ienes, o que representa um aumento de 8% em relação ao ano anterior e respondendo por 63% do valor total das exportações. A América do Norte registrou exportações de 12,4 bilhões de ienes, uma queda de 1% em relação ao ano anterior, tornando-se a única região a ficar abaixo do nível do ano anterior. Embora o valor atual das exportações continue modesto, a América Latina continuou a crescer, quadruplicando em tamanho desde 2020 e expandindo os países de destino para 10.
A China foi o maior país de destino, com as exportações atingindo 13,3 bilhões de ienes, um aumento de 14% em relação ao ano anterior. Em contrapartida, as exportações para os Estados Unidos diminuíram 3% em relação ao ano anterior, para 11 bilhões de ienes, refletindo uma desaceleração no segundo semestre do ano. Entre os principais mercados de exportação, a Coreia do Sul registrou um crescimento particularmente forte, com o valor das exportações aumentando 17% em relação ao ano anterior, para 4,4 bilhões de ienes — 4,5 vezes maior do que em 2020. Embora o preço médio unitário das exportações da Coreia do Sul permaneça abaixo da média, ele continuou a subir de forma constante.
Comentando esse crescimento, Hitoshi Utsunomiya, diretor da Japan Sake and Shochu Makers Association (JSS), citou o aumento do interesse internacional após o registro, em 2024, dos conhecimentos e das técnicas tradicionais de produção de saquê com o uso do mofo koji como Patrimônio Cultural Imaterial da UNESCO. Ele também destacou o fortalecimento das iniciativas de promoção e educação, incluindo a participação em feiras internacionais, eventos relacionados à Expo e programas educacionais realizados em conjunto com a Association de la Sommellerie Internationale.
Olhando para o futuro, a JSS continuará a reforçar as suas atividades não só nos mercados já estabelecidos, mas também em regiões emergentes como a Europa Central e Oriental e a América Latina. Por meio de iniciativas que enfatizam o potencial de harmonização do sake, o seu valor experiencial e a sua importância cultural, a JSS pretende comunicar ainda mais o encanto do sake aos consumidores em todas as partes do mundo.
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